Política

Com abstenção e ausência de vereadores da oposição, relatório do TCM favorável à aprovação das contas de Caetano (2012) é aprovado na Câmara

Durante a 14ª Sessão Ordinária, realizada na manhã desta terça-feira (30), a Câmara Municipal de Camaçari aprovou, em primeiro turno, o relatório do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) relativo às contas do Poder Executivo no exercício de 2012, quando o gestor era Luiz Carlos Caetano (PT). O placar foi de 11 votos favoráveis, 9 contrários e 1 abstenção e uma ausência de dois vereadores de oposição.

O relatório do TCM – Processo de Julgamento de Contas do Executivo Municipal  Nº 1/2025 – Processo TCM nº 08922·13, de relatoria do conselheiro Nelson Pelegrino, opinou pela aprovação com ressalvas das contas da prefeitura. Na Casa Legislativa, foi criada uma Comissão Especial para analisar o mesmo processo; essa comissão apresentou parecer contrário, pedindo a rejeição das contas.

A Comissão Especial foi presidida pelo vereador Jackson Josué (União), teve como relator o vereador Jamessom (União) e como membros os vereadores Herbinho (União), Tagner Cerqueira (PT) e Dentinho do Sindicato (PT). Em plenário, o parecer da Comissão foi rejeitado por 11 votos contra, 9 a favor e 1 abstenção (Manoel Jacaré — PP), e o plenário aprovou, pelo mesmo placar, o relatório do TCM. O vereador Manoel Filho (PL) não compareceu à sessão.

Votaram a favor da aprovação do relatório do TCM: Tagner Cerqueira (PT), Dentinho do Sindicato (PT), Neidinha (PT), Kaique Ara (PT), Paulinho do Som (PT), Sales Brito (PSD), Luisão (Republicanos), João Dão (PSB), Vagner Bispo (PSB), Dílson Magalhães (PSDB) e Ivandel Pires (sem partido).

Votaram pela rejeição do relatório da Comissão Especial: Dr. Samuka (PRD), Jackson Josué (União), Dudu do Povo (União), Jamelão (Cidadania), Jamessom (União), Tarcísio Coiffeur (PSDB), Dr. Elias Natan (PSDB), Herbinho (União) e Maurício Qualidade (União). Manoel Jacaré (PP) se absteve.

Com a aprovação do relatório do TCM em primeiro turno, o processo segue agora para discussão e votação em segundo turno na Câmara.

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