Esporte

Bahia e Vitória estão entre os clubes que mais cresceram em valor de mercado desde 2020, aponta estudo

Um levantamento da Sports Value revelou que Bahia e Vitória figuram entre os clubes brasileiros que mais ampliaram seu valor de mercado nos últimos cinco anos. O estudo, que analisou a evolução financeira das principais equipes do país, colocou os dois baianos no top 10 nacional em valorização desde 2020.

O Vitória aparece como o quinto clube que mais cresceu no período, com avanço de 305%. O valor de mercado rubro-negro saltou de R$ 204 milhões, em 2020, para R$ 826 milhões em 2025, uma evolução impulsionada pelo retorno à Série A, reorganização financeira e aumento das receitas operacionais.

Já o Bahia ocupa a oitava posição no ranking de crescimento, registrando uma valorização de 224%. O clube saiu de R$ 550 milhões para R$ 1,783 bilhão no mesmo intervalo, resultado associado, sobretudo, à gestão do Grupo City e ao reforço estrutural promovido desde a SAF.

Crescimento histórico do futebol brasileiro

O estudo também indica que o futebol brasileiro vive seu maior patamar de valor de mercado já registrado pela Sports Value. Somados, os 30 clubes mais valiosos do país alcançaram R$ 47,4 bilhões em 2025, aumento de 15% em relação ao ano anterior.

Destaques no recorte anual

No crescimento ano a ano, Bahia e Vitória também surgem como protagonistas.

  • Cruzeiro liderou a evolução anual, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,831 bilhões — incremento de R$ 1,331 bilhão.

  • O Botafogo aparece em segundo, saltando de R$ 1,9 bilhão para R$ 3,047 bilhões, acréscimo de R$ 1,147 bilhão.

  • O Bahia fecha o pódio de maiores crescimentos no ano, duplicando seu valor de R$ 875 milhões para R$ 1,783 bilhão, avanço de R$ 908 milhões.

  • Na sequência, o Vitória registra um salto de R$ 249 milhões para R$ 826 milhões, ampliando seu valor em R$ 577 milhões.

Os números reforçam a ascensão dos dois maiores clubes da Bahia no cenário nacional e mostram que o futebol brasileiro vive um momento de alta valorização, impulsionado por novos modelos de gestão, maior profissionalização e o avanço das SAFs no país.

Comentários: