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Interdição na BR-324 chega ao quarto dia e motoristas passam por congestionamento de 4 km

A BR-324, principal ligação entre Salvador, Feira de Santana e o interior da Bahia, chegou nesta sexta-feira (10) ao quarto dia consecutivo de interdição parcial no km 604, em Simões Filho. O bloqueio, provocado por um problema estrutural causado pelo vazamento de uma manilha sob a pista, continua sem previsão de liberação total e provoca congestionamentos de cerca de quatro quilômetros, além de atrasos de aproximadamente 30 minutos para quem trafega no sentido Feira de Santana. O tráfego permanece sendo desviado por uma via lateral, enquanto equipes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizam obras emergenciais.

O problema começou na última terça-feira (7). Inicialmente, apenas uma faixa foi interditada para a recuperação do pavimento e recapeamento do trecho. Entretanto, após uma nova avaliação técnica, surgiram rachaduras e buracos, obrigando o DNIT a ampliar a interdição poucos dias depois. A medida também provocou reflexos nas vias urbanas de Simões Filho, utilizadas como rotas alternativas por milhares de motoristas.

Entenda problema

O transtorno foi causado por um reparo no vazamento da manilha, um tubo de concreto ou cerâmica usado para drenagem ou esgoto, que provocou o problema estrutural, identidicado na terça-feira, 7.

Equipes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) realizam obras emergenciais desde que a situação foi registrada. 

Houve um trabalho de recuperação da via e, na sequência, foi iniciado o recapeamento do trecho afetado. Inicialmente, apenas uma faixa foi interditada, mas, após nova avaliação técnica, o bloqueio foi ampliado e o tráfego passou a ser desviado.

No fim da tarde de quarta, 8, o tráfego chegou a ser restabelecido, no entanto, a pista voltou a ser afetada com o surgimento de rachaduras e buracos, que aponta para uma total falta de eficiência do órgão para sanar o problema que afeta a vida de milhares de baianos. 

Em nota, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que, após a conclusão dos serviços emergenciais de recuperação do pavimento, o trecho havia sido liberado em condições consideradas seguras. Na sequência, seriam iniciadas as intervenções no sistema de drenagem, principalmente no bueiro apontado como a provável origem do problema.

 

 

 

 

 

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